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Clinton apoia transição democrática e Merkel pede paciência ao Egito

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Clinton apoia transição democrática e Merkel pede paciência ao Egito

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Hillary Clinton sublinhou o apoio à marcha para a democracia que se observa atualmente em vários países árabes.

Na Conferência sobre a Segurança em Munique, a secretária de Estado norte-americana aludiu ao movimento de contestação no Egito – mas também na Tunísia e noutras nações do Médio Oriente -, frisando que “o ‘status quo’ é simplesmente insustentável. O desafio é ajudar os parceiros na região a tomarem passos sistemáticos para introduzirem um futuro melhor, onde as vozes da população são ouvidas, os seus direitos respeitados e as suas aspirações concretizadas”.

A chanceler alemã, anfitriã do encontro, apelou aos egípcios para serem pacientes, sublinhando que a transição no país “devem ser organizada” e “pacífica”.

Angela Merkel disse que “isso significa que a mudança deve ser estruturada. A União Europeia quer uma nova parceria para ajudar a organizar essa mudança”. A Europa “é vizinha da África do Norte” e é com essas intenções em mente que a chefe da diplomacia europeia “Catherine Ashton se vai deslocar à região”.

Vários líderes europeus consideram que o Egito precisa de tempo para organizar eleições democráticas, embora continuem a exigir uma rápida “transição”, numa alusão à saída de cena de Hosni Mubarak.