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Egito: trabalhadores do Canal do Suez em greve

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Egito: trabalhadores do Canal do Suez em greve

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Os trabalhadores do Canal do Suez estão em greve. Cerca de seis mil funcionários juntaram-se aos protestos contra o presidente egípcio. Pedem melhores salários e condições de trabalho.

O primeiro-ministro egípcio, Ahmed Chafik e a autoridade gestora do canal garantem que a navegação não está a ser afetada.

Um especialista do tráfego marítimo, Wally Mandryk, explica porquê: “As autoridades egípcias foram proativas porque permitem que os cargueiros passem sem pagar as tarifas aduaneiras, remetendo o pagamento para mais tarde.”

O canal do Suez tem 141 anos e 192 quilómetros. É uma das principais fontes de rendimentos do Egito e é fundamental para o comércio mundial de petróleo.

Por exemplo, como é o caminho marítimo mais rápido entre a Europa e a Ásia, por ali passa entre cinco a sete por cento do consumo diário de crude na Europa. Um corte pode ter efeito nos preços e no fornecimento porque os navios são obrigados a contornar a África pelo Cabo da Boa Esperança, o que representa mais sete dias de trajeto.