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Transição política não afeta economia do Egito

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Transição política não afeta economia do Egito

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O Egito começa a dar sinais de renovação. O conselho militar atualmente no poder anunciou, este domingo, a dissolução do Parlamento e a suspensão da Constituição.

No comunicado ao país, o conselho adiantou ainda que o período de transição política será de seis meses ou até à realização de eleições legislativas e presidenciais.

Esta nova posição acontece, dois dias, após a queda do regime de Hosni Mubarak e satisfaz as exigências do povo rumo a uma sociedade livre.

O novo capítulo da história do país escrevesse após a reunião, entre o Conselho Supremo das Forças Armadas com o Gabinete egípcio. Nesse sentido foram abordadas as estratégias para a transição democrática e a restauração da estabilidade no país.

A retoma económica é outra das prioridades mas para já não levanta preocupações.

“A nossa posição interna económica é sólida e coesa. Temos reservas suficientes para o período que se avizinha e a situação está controlada, está estável”, disse Ahmed Shafiq, primeiro-ministro egípcio.

Um sinal de otimismo para os mercados, é o facto da bolsa de valores do Egito reabrir, na próxima quarta-feira, após 2 semanas encerrada devido aos protestos.

O ministro das Finanças egípcio assume haver condições para manter a segunda maior economia de África com uma previsão de crescimento entre os 3,5% e 4% no ano financeiro, de 2010/2011.