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Economia egípcia recupera aos poucos

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Economia egípcia recupera aos poucos

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Depois da revolução, os egípcios querem recuperar a economia o mais rapidamente possível, a começar pelo turismo, fonte de uma grande parte dos rendimentos do país.

As pirâmides, habitualmente cheias de visitantes, estão agora às moscas.

Os guias fizeram uma manifestação a pedir aumentos salariais, que contou com a solidariedade de um grupo de turistas.

“Ouvimos falar dos problemas, da situação política no Cairo, mas sinto-me segura, não vejo nada de mal, está tudo bem”, diz uma visitante romena.

Os efeitos da crise política na economia vão ser drásticos. O Instituto da Finança Internacional, em Washington, cortou a previsão de crescimento dos 6,1% para apenas 1,5%.

Na mais conhecida estância de férias do país, Sharm-el-Sheikh, o panorama é igual: ruas desertas e hotéis onde onde os empregados são mais que os hóspedes. Um turista britânico diz que “estava preocupado antes de vir, mas agora está muito contente e não se arrepende”.

Os bancos estiveram encerrados esta segunda-feira, depois dos protestos de trabalhadores nos bancos estatais terem obrigado a uma paragem nas operações. Depois do feriado de terça, os bancos só voltam a abrir na quarta-feira, prevê-se um dia muito concorrido. Nas caixas multibanco, que estiveram vários dias sem funcionar, as pessoas fazem fila para levantar dinheiro.