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Elementos do Grupo islâmico dos Combatentes Líbios postos em liberdade

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Elementos do Grupo islâmico dos Combatentes Líbios postos em liberdade

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Foram libertados todos os elementos do Grupo islâmico dos Combatentes Líbios.

Na prisão de Abu Salim, perto de Trípoli, encontravam-se até ontem 110 homens acusados de pertencerem à organização banida na Líbia, que em 2010 renunciou à violência.

Muitos dos antigos prisioneiros são oriundos de Benghazi, palco de violentos protestos contra o regime de Muammar Kadhafi e que terão provocado pelo menos dois mortos e cerca de 40 feridos.

A Líbia prepara-se, hoje, uma nova jornada de luta.

A oposição está a mobilizar a população através de redes sociais para aquele que foi batizado como o “dia da fúria.”

Hadi Shalluf, membro da oposição no exílio explica o que está em causa:
“As nossas reivindicações são as seguintes: primeiro a queda do regime e a formação de um governo de coligação que pedimos desde há uma passada. Uma comissão que possa adotar uma nova Constituição no país, eleições legislativas e presidenciais. Finalmente, queremos levar à justiça todos os que cometeram crimes, e julgar todos aqueles que foram acusados de corrupção.”