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BCE: E depois de Trichet?

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BCE: E depois de Trichet?

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Esta cimeira do G20 é a uma das últimas que Jean-Claude Trichet vai viver como presidente do Banco Central Europeu. A sucessão do presidente do BCE é uma das discussões que vão dominar os trabalhos.
 
Mesmo se o governo finlandês desmentiu, o atual governador do Banco da Finlândia, Erkki Likanen, continua a ser apontado como um dos favoritos. Likanen parece ter a preferência dos alemães, mas tem contra ele o facde outro dos lugares chave, o de comissário para os Assuntos Económicos, ser já ocupado por um finlandês, neste caso Olli Rehn.
 
No topo das preferências está o governador do Banco de Itália, Mario Draghi. A experiência como professor em Harvard pode não chegar para vencer certos preconceitos contra a Itália, mas tem a seu favor tem o facto de vir de um país grande.
  
Este parece ser um duelo a dois e estão, para já, afastadas outras hipóteses, como a do cargo vir a pertencer ao luxemburguês Yves Mersh, o mais antigo de todos os governadores do BCE.
 
Já o futuro presidente do Bundesbank, Jens Wiedmann, é considerado demasiado jovem e, além disso, ainda não tomou posse como líder do banco central alemão.
  
Finalmente, o nome de Dominique Strauss-Kahn foi também falado, mas é uma hipótese descartada, já que a candidatura do atual diretor-geral do FMI às presidenciais francesas do próximo ano é dada como quase certa.