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G-20 consegue acordo sobre indicadores

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G-20 consegue acordo sobre indicadores

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Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais do G-20 chegaram a um acordo, sobre os indicadores que, a partir de agora, vão medir os desequilíbrios económicos.

Era uma questão que estava a merecer a renitência da China. Mas por fim, houve consenso e a família pousou sorridente para a fotografia.

Na conferência de imprensa final, era visível o embaraço da ministra francesa das Finanças e Economia. Christine Lagarde não tinha grandes resultados para apresentar:

“Um dia de cada vez significa que houve acordo sobre os indicadores. Foi a primeira etapa. A próxima etapa será a das diretivas e a etapa seguinte será focada na concertação dos impostos, no respeito por todas as opiniões e pontos de vista que foi o que fizémos hoje e tentaremos fazer amanhã”.

Também sem acordo parece ter ficado a taxa de câmbio. Mas foi longamente discutida, como garante Christine Lagarde:

“Para vocês que seguem, atentamente, estas questões, imagina-se que a inclusão da referência à taxa de câmbio, e à política monetária num menor grau, foi evidentemente objecto de longos debates”.

Debates, mas sem consenso. A China propõe discutir o assunto, em Março, numa reunião específica. A grande questão será a desvalorização artificial de algumas moedas, um pecado, com muitos pecadores.

Na rua ficaram os manifestantes. Exibiam cartazes antiglobalização e pediam o fim da políticas neoliberais.