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Corrida ao repatriamento na Líbia

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Corrida ao repatriamento na Líbia

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O aumento da tensão na Líbia, com o aeroporto de Tripoli em estado de sítio, disparou os pedidos de ajuda ao repatriamento.

Governos de todo o mundo estão a enviar aviões e barcos para resgatar os cidadãos estrangeiros que se encontram no país africano.

A Rússia começou a repatriar 500 dos cidadãos que se encontram na Líbia, mas também os Estados Unidos, que vêm na ilha de Malta um meio de fuga.

Quatro ferryboats gregos estão encarregados de transportar até Creta 15 mil chineses na Líbia.

A Turquia tem a comunidade mais importante na nação árabe. São 25 mil pessoas que deixarão progressivamente o país via marítima.

“Há vários pedidos de países aliados que querem ajuda em nome dos cidadãos. Para nós é uma questão humanitária e faremos os possíveis para responder às solicitações e ajudar aqueles que precisam”, disse Ahmet Davutoglu, o ministro turco dos Negócios Estrangeiros.

A França e a Rússia foram os primeiros países a repatriar cidadãos. Dois aviões militares aterraram terça-feira em Paris, com cerca de 400 pessoas.

122 portugueses estão já em solo nacional, mas outros 56 continuam na cidade de Bengasi, enquanto se estudam mecanismos para a saída.