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A batalha entre a vida e a morte

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A batalha entre a vida e a morte

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A batalha entre a vida e a morte desenrola-se entre os escombros de Christchurch, a segunda maior cidade neozelandesa.

Apesar dos esforços das equipas de resgate, é o que tempo ceifa a vida daqueles que aguardam pelo salvamento no entulho, depois do sismo de 6,3 graus na escala de Richter na terça-feira.

À medida que as horas passam, o número de mortos cresce. As autoridades avançam que são já 98 as vítimas mortais. O balanço pode ser mais pesado, pois três centenas de pessoas estão desaparecidas.

Lentamente, os serviços básicos são restabelecidos como a energia. O director da empresa de electricidade Orion Power afirma que na quarta-feira restabeleceram a electricidade a 65 por cento dos clientes e que esperam agora subir para os 75 por cento. “Este sismo foi muito pior do que o do ano passado”, concluiu Roger Sutton.

As autoridades impuseram um recolher obrigatório a partir das 6 e meia da tarde para evitar pilhagens. As forças armadas ajudam no que podem, não só na segurança, mas também na aplicação de técnicas de sobrevivência numa zona em que nações do mundo inteiro canalizam auxílio.