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Cerimónias fúnebres arrancam em Christchurch

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Cerimónias fúnebres arrancam em Christchurch

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Foi a enterrar a primeira vítima do sismo que destruiu Christchurch, na Nova Zelândia.

As cerimónias fúnebres começaram esta segunda-feira, dia em que é esperada uma forte tempestade, acompanhada por violentas rajadas de vento.

As previsões meteorológicas comprometem as operações de socorro, numa altura em que se estima que cerca de 50 pessoas se encontrem debaixo dos escombros.

O sismo de magnitude 6.3 na escala de Richter provocou até ao momento 148 mortos e avultados prejuízos materiais.

O primeiro-ministro admite que os efeitos do sismo se vão sentir durante muitos anos, mas garante o governo vai providenciar os recursos financeiros a curto e longo prazo. John Key acrescenta, que os prejuízos associados aos últimos dois sismos estão orçados em 15 mil milhões de dólares, ou seja, cerca de 11 mil milhões de euros.

Em meio ano, a segunda maior cidade neozelandesa foi sacudida duas vezes. Em Setembro, o sismo magnitude 7,1 não provocou qualquer vítima mortal. O desta terça-feira já foi considerado o pior desastre natural dos últimos 80 anos.