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Intervenção da NATO na Líbia suscita grandes divisões


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Intervenção da NATO na Líbia suscita grandes divisões

A opção de uma intervenção militar na Líbia divide profundamente os parceiros da NATO. Estados Unidos e Grã-Bretanha defendem a ideia, mas a França e a Turquia opõem-se, tal como Moscovo, que coopera com a Aliança Atlântica.

Num plano mais próximo da realidade, os 28 países da NATO discutem a imposição de uma zona de interdição de voo, embora também aqui não haja ainda acordo.

Na Câmara dos Comuns, o primeiro-ministro britânico sublinhou que “os líderes mundiais devem preparar-se para todas as eventualidades, particularmente se o coronel Kadhafi continuar a atacar o próprio povo”. David Cameron frisou que “devem, tal como estão a fazer, equacionar uma zona de exclusão aérea. Hillary Clinton disse que essa ‘é uma opção que está a ser ativamente considerada’ e é um assunto em debate no Conselho do Atlântico Norte”.

Reunida no Cairo, a Liga Árabe – que suspendeu a participação da Líbia em protesto contra a repressão – manifestou a oposição a uma intervenção estrangeira.

A oposição líbia pediu, no entanto, às Nações Unidas para autorizarem ataques aéreos contra os mercenários a soldo do regime de Kadhafi.

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