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Líbia: Solução militar em cima da mesa

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Líbia: Solução militar em cima da mesa

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A resolução do conflito da Líbia pode passar por uma via militar. A comunidade internacional concorda que ainda não é a altura mas é uma hipótese que está a ser pensada e planeada.

Caso seja necessário, as forças NATO estão a preparar-se para agir de maneira rápida e incisiva.

Tal como num jogo de xadrez as peças estão a ser colocadas no tabuleiro.

São várias as bases militares espalhadas por todo o Mediterrâneo. A frota militar dos Estado Unidos está em manobras na região.

O Presidente Barack Obama afirmou, esta quinta-feira, que caso seja necessário o seu país está preparado par intervir na Líbia.

“A violência tem de parar! Muammar Kadhafi perdeu a legitimidade e deve sair! Quero assegurar que os Estados Unidos têm capacidade para reagir de uma forma rápida, caso a situação se deteriore e se transforme numa crise humanitária”, afirmou Obama.

Reunidos, esta quinta-feira, por causa da situação na Líbia, os chefes da diplomacia do Reino Unido e da França afirmaram que todas as hipóteses estão em aberto, incluindo uma intervenção militar.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, William Hague, afirmou que “a Comunidade Internacional, incluindo os Estados Unidos, concordou que devemos continuar a estudar todas as possibilidades incluindo uma zona de exclusão aérea, de maneira a que possamos responder rapidamente e de forma decidida aos acontecimentos na Líbia.”

“No que lhe diz respeito, a França não acredita que, no atual contexto, uma intervenção militar das forças da NATO seja bem recebida pelos países do sul do Mediterrâneo. Pode ser contraproducente. Contudo devido às ameaças do coronel Kadhafi, temos de estar prontos a agir. Por isso demos a autorização de planear uma zona de exclusão aérea na Líbia,” disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros de França, Alain Juppé.