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Líbia: Obama admite recorrer à força

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Líbia: Obama admite recorrer à força

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O presidente norte-americano admite avançar com uma operação militar na Líbia.

No final de um encontro com a chefe de governo australiana, Barack Obama disse que a violência do regime sobre a população é inaceitável. Uma posição que partilha com Julia Gillard.

Aos apoiantes de Khadafi deixou um aviso:

“Quero enviou uma mensagem muito clara a todos os que rodeiam o coronel Khadafi. Cabe-lhes a eles fazer a escolha. Se continuarem a agir como até aqui vão ser responsabilizados pela violência no terreno. Entretanto, continuamos a falar com a NATO tal como com Bruxelas acerca de todas as opções possíveis, incluindo a militar, para dar uma resposta à onda de violência na Líbia” afirma Obama.

O secretário-geral da Nato exclui qualquer operação militar sem um mandato das Nações Unidas. Mas, admite, que não consegue imaginar que tanto a comunidade internacional, como a NATO, fiquem impávidas, enquanto as forças pró-Khadafi atacam o povo líbio.