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Líbia:NATO favorita para dirigir operações sobre zona de exclusão aérea

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Líbia:NATO favorita para dirigir operações sobre zona de exclusão aérea

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Os Estados Unidos preferem que seja a NATO e não uma coligação de países a conduzir as operações para uma zona de exclusão aérea na Líbia.

O secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, diz que não há nenhuma decisão operacional para intervir no país, mas admite a existência de um planeamento prudente para que a Aliança Atlântica esteja preparada para qualquer eventualidade.

“Não pretendemos intervir na Líbia, mas vamos planear o necessário para estarmos preparados para qualquer eventualidade” disse Rasmussen.

Esta quinta e sexta-feira, os ministros da Defesa da NATO reúnem-se, em Bruxelas, para discutir as soluções para os tumultos na Líbia, incluindo a aplicação da zona de exclusão aérea.

O correspondente da Euronews, Sergio Cantone, questionou o presidente do conselho militar da NATO: “Do ponto de vista jurídico, uma zona de exclusão aérea precisa da mesma base jurídica como qualquer outra ação militar, para ser posta prática?”

Giampaolo Di Paola respondeu que “há necessidade de um quadro jurídico adequado, e a abrangência desse quadro jurídico é uma resolução do Conselho da ONU”.

O objetivo da zona de exclusão aérea é impedir que o líder líbio, Muammar Kadhafi, utilize aviões para bombardear forças da oposição e civis. A revolta, na Líbia, dura há 3 semanas e já fez mais de 1000 mortos.