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UE: Paris e Londres propõem ataques cirúrgicos na Líbia

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UE: Paris e Londres propõem ataques cirúrgicos na Líbia

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A França e a Grã-Bretanha defendem a realização de ataques cirúrgicos na Líbia.

A proposta foi apresentada na cimeira Europeia extraordinária que decorre em Bruxelas, mas recebida com pouco entusiasmo.

Vários países europeus distanciaram-se desta posição e insistem que uma intervenção militar precisa do aval das Nações Unidas.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, lembra que a proposta só faz sentido num contexto específico:

“Os franceses e os ingleses estão disponíveis para ajudar, desde que as Nações Unidas queiram, a Liga Árabe aceite e que as autoridades líbias, que gostaríamos ver reconhecidas, o desejem em ações unicamente defensivas.”

O chefe de Governo britânico defende que a União Europeia deve estar preparada para todas as eventualidades e aproveitar aquela que pode ser uma oportunidade de negócio.

David Cameron diz que “chegou o momento da Europa se aproximar e oferecer a estes países parcerias. Devemos abrir os nossos mercados.”

Em cima da mesa está a adoção de linhas estratégicas em relação à Líbia e aos países vizinhos do Sul. Assistência humanitária, mobilização de recursos humanos e financeiros e transição política estão no topo da agenda.