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Japão: a dura realidade dos sobreviventes

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Japão: a dura realidade dos sobreviventes

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No norte do Japão, a ajuda aos sobreviventes tem sido um processo muito complicado. As condições de vida são muito duras.

A meteorologia não tem poupado aqueles que já tinham perdido tudo. Nas regiões sinistradas as temperaturas descem abaixo dos cinco graus negativos.

Falta quase tudo, desde os combustíveis à água potável, passando pelos alimentos mais básicos e pelos agasalhos.

Para além das estradas e auto-estradas que ficaram destruídas pelo sismo ou bloqueadas pela devastação do tsunami, a neve também dificulta a distribuição da ajuda humanitária.

Em muitos locais, só os veículos militares podem passar. Os marines norte-americanos e as forças de auto-defesa japonesas vão transportando o que é possível para os centros de acolhimento.

Na cidade de Sendai, uma das mais fortemente atingidas, só esta quinta-feira, é que o proprietário deste supermercado conseguiu organizar os produtos que lhe restam para os pôr à venda.

As escolas, os ginásios e os edifícios públicos transformaram-se em centros de acolhimento. Em alguns destes centros, a maioria das pessoas são idosas, muitos delas estão doentes ou estão a ficar doentes por causa do frio. Não há médicos. Os enferemeiros fazem o que podem para ajudar.