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Alemanha e Turquia de fora de acção armada na Líbia

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Alemanha e Turquia de fora de acção armada na Líbia

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O Reino Unido estará na linha da frente das operações militares para a implementação de uma zona de exclusão aérea na Líbia. O conselho de ministros britânico reuniu-se de emergência para avaliar a participação britânica.

O ministro dos Negócios Estrangeiros William Hague não tem dúvidas de que se tratou de uma importante decisão do conselho de segurança das Nações Unidas.

“É uma resposta positiva ao apelo da Liga Árabe na semana passada para proteger e salvaguardar a população civil líbia e é o reflexo, o culminar de um muito trabalho nos últimos dias por parte da França, Reino Unido, Líbano e Estados Unidos”, disse o chefe da diplomacia britânica.

A ONU aprovou a resolução que permite a uma zona de exclusão aérea com 10 votos a favor e 5 abstenções, entre elas, a da China, da Rússia, da Índia, do Brasil e também da Alemanha.

A França, uma das principais impulsionadoras da resolução 1973, deixou claro que vai participar nas operações militares, tal como a Noruega, a Dinamarca e também o Canadá, para além dos Estados Unidos.

A Turquia do primeiro-ministro Recep Tahiip Erdogan sempre se manifestou contra uma ação armada. Esta manhã apelou a um cessar-fogo e reiterou a oposição a uma intervenção militar.

De fora damilitar conjunta vai também estar a Alemanha de Angela Merkel.