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Aliados do Bahrein enviam tropas para o país

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Aliados do Bahrein enviam tropas para o país

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O símbolo da contestação no Bahrein foi demolido mas a oposição continua de pé. O monumento no centro da Praça Pérola, na capital, foi destruído esta sexta-feira.

Os manifestantes voltaram a sair à rua, apesar do recém-instaurado estado de emergência e da morte de, pelo menos, oito pessoas esta semana. Há um mês que os opositores contestam o poder da dinastia real de maioria sunita, num país onde 70 por cento da população é xiita.

Face à repressão dos protestos, a diplomacia britânica considera que não há comparação com a Líbia.

O vice-primeiro-ministro britânico, Nick Clegg, declarou que “seria errado tentar comparar a situação no Bahrein, com as tensões entre as comunidades sunita e xiita, e a Líbia, com décadas de abusos brutais dos direitos humanos e das liberdades do povo por um regime autoritário controlado pelo coronel Kadhafi.”

Face à instabilidade no Bahrein, os países do Conselho de Cooperação do Golfo – como a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Qatar -decidiram enviar tropas para ajudar a família real sunita. Uma estratégia já criticada pelo Irão xiita.

Em resposta, o governo do Bahrein acusa o Irão de ingerência nos assuntos internos.