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Líbia: Os alvos da coligação

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Líbia: Os alvos da coligação

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Os aviões franceses começaram a sobrevoar a Líbia. Parece ser o início de uma ofensiva sobre o país. A informação foi confirmada por fontes militares de Paris, trata-se de aviões de reconhecimento. 
 
A Líbia fica claramente a perder, quando se compara o poderio militar do país com o dos países da coligação internacional. As forças dos países opostos ao regime de Kadhafi situam-se, sobretudo, no mediterrâneo, com bases aéreas em pontos estratégicos. Um dos problemas é o dos escudos humanos: “Há pessoas que podem morrer, nestas operações, se Kadhafi puser militares, ou mesmo civis, nos alvos que vão ser atacados. Há sempre o risco de as armas atingirem alvos que não deviam”, diz Michael O’Hanlon, especialista em política internacional. 
 
Os principais alvos, para as forças da coligação, são as bases militares líbias espalhadas um pouco por todo o país. Bases aéreas, do exército e também bases navais, que cobrem praticamente toda a costa líbia.
  
Os britânicos mandaram vários caças Eurofighter e Tornado para a base aérea de Sigonella, na Sicília, que é a que está estrategicamente mais próxima da Líbia. Os aviões-radar AWACS, estacionados na base britânica em Chipre, devem também entrar em ação.