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O momento da verdade eleitoral no Haiti

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O momento da verdade eleitoral no Haiti

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Uma pequena ilha das caraíbas, arrasada pelo terrível terramoto do ano passado, vai a votos para escolher um presidente numa quase inédita segunda volta. É um momento de verdade para o Haiti depois de uma primeira ronda marcada por alegações de fraude e tumultos.

No braço de ferro político vão estar a professora de direito e antiga primeira-dama Mirlande Manigat de 70 anos e também o cantor e estreante Michel Martelly, de 50 anos.

Martelly ainda não pode dançar a melodia da vitória mas preparar-se para o fazer já que as últimas sondagens lhe dão uma ligeira vantagem.

Sem pretensões políticas mas com grande influência no eleitoral, Jean-Bertrand Aristide regressou ao país, depois de um exílio de 7 anos. O antigo padre não deu orientação de voto.

A acompanhar o escrutínio vai estar a força das Nações Unidas que pretende melhorar o processo eleitoral nas 11 mil assembleias de voto.

As eleições naquela que é uma das nações mais pobre do mundo são vistas com atenção, em particular pelos investidores, face à perspetiva da estabilidade política poder impulsionar a reconstrução de um país devastado.