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NATO ainda sem consenso sobre intervenção na Líbia

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NATO ainda sem consenso sobre intervenção na Líbia

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A NATO continua dividida sobre uma participação oficial na intervenção em território líbio.

A Aliança Atlântica aprovou um plano operacional para fazer respeitar um embargo às armas com destino à Líbia. Mas a oposição de vários países a uma intervenção militar limita o papel do organismo a uma missão de vigilância aérea.

O esforço actualmente liderado pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha conta já com a participação declarada de vários outros países europeus, bem como o Qatar e os Emirados Árabes Unidos, apesar das reticências da Liga Árabe.

O responsável da Defesa norte-americana, Robert Gates, acredita que “existe uma certa sensibilidade por parte da Liga Árabe sobre a possibilidade de ser vista a operar sob a tutela da NATO. A questão é, por isso, como trabalhar com o comando e os meios da Aliança sem que seja uma missão da NATO?”.

Os Estados Unidos querem que a Aliança Atlântica tome uma posição de comando. Segundo Gates, Washington não deve ter um “papel predominante” na coligação anti-Kadhafi e pretende passar “nos próximos dias” as rédeas à NATO ou a um comando misto britânico e francês.