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Aliados da NATO divididos sobre a Líbia

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Aliados da NATO divididos sobre a Líbia

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Os membros da Aliança Atlântica permanecem divididos quanto à condução política dos bombardeamentos na Líbia. Os raides aéreos estão a ser coordenados entre os Estados Unidos, França e Inglaterra mas não há um comando unificado. Alguns países reclamam-no, outros, como a Turquia, recusam-no. O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan disse mesmo no parlamento de Ancara que uma intervenção humanitária na Líbia só poderia ocorrer sob comando da ONU.

Outro exemplo das desavenças entre aliados: Paris não quer que a NATO assuma o comando da operação enquanto Roma ameaça recusar o acesso às bases aéreas que colocou ao serviço da coligação internacional se a Aliança Atlântica não assumir a direção da intervenção armada.

Indiferentes às guerras de bastidores sobre o controlo da missão internacional, o parlamento de Madrid votou quase por unanimidade a sua participação. A missão aérea foi aprovada pelo período de um mês enquanto as forças navais receberam um mandato de três meses. No final da votação algumas vozes de protesto soaram no hemiciclo.