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Coligação internacional na Líbia vai passar o comando à NATO

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Coligação internacional na Líbia vai passar o comando à NATO

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Quando a coligação internacional se preparava para uma longa intervenção, eis que surge o anúncio de que a NATO vai, afinal, assumir o comando das operações na Líbia.

A Turquia insistia em que fosse a Aliança Atlântica a comandar as operações. A França era quem mais se opunha. Paris sempre viu na resolução da ONU uma boa base de trabalho para a coligação internacional. “A resolução 1973 é, na realidade, extrememente rica para os militares e para as ações de proteção das populações civis”, defende Gérard Longuet, ministro francês da Defesa.

Mesmo discurso por parte do Reino Unido. Interrogado sobre de o coronel Kadafi seria um “alvo legítimo”, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, foi claro: “O alvo é salvar vidas e estabelecer uma zona de exclusão aérea. E penso que é muito importante não irmos além disso.”

Um limite igualmente defendido pelo ministro turco dos Negócios Estrangeiros, que anunciou que a NATO vai assumir o comando. Segundo Ahmet Davutoğlu, a operação da Aliança Atlântica não deverá ultrapassar o quadro preconizado pela resolução da ONU.