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Coligação prepara-se para uma longa intervenção na Líbia

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Coligação prepara-se para uma longa intervenção na Líbia

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Enquanto a NATO não se decide a assumir o comando da operação militar na Líbia, a coligação internacional prepara-se para uma intervenção que pode revelar-se longa.
 
Sem soluções rápidas para pôr fim ao regime de Kadhafi, a operação militar já vai no sexto dia e, para o ministro francês da Defesa, a resolução da ONU é uma boa base de trabalho. “A resolução 1973 é, na realidade, extremamente rica para os militares e para as ações de proteção das populações civis”, disse Gérard Longuet. O mesmo tipo de discurso parte do Reino Unido.
 
Interrogado sobre de o coronel Khadafi seria um “alvo legítimo”, David Cameron, primeiro-ministro britânico foi claro: “O alvo é salvar vidas e estabelecer uma zona de exclusão aérea. E penso que é muito importante não irmos além disso.”
 
Os Estados Unidos também não estabelecem nenhuma data limite para o fim das operações cujo objetivo, todos afirmam, é, antes de mais, proteger a população civil da Líbia.