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Hollywood e o resto do mundo choram Elizabeth Taylor

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Hollywood e o resto do mundo choram Elizabeth Taylor

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Em Hollywood – e pelo mundo inteiro – multiplicam-se as homenagens à atriz Elizabeth Taylor, estrela lendária do cinema norte-americano que faleceu esta quarta-feira aos 79 anos, na sequência de uma grave insuficiência cardíaca.

Nascida em 1932 nos arredores de Londres, Taylor é lembrada com um carinho especial na capital britânica.

Um homem explica que viu “Cleópatra” quando “era muito novo” e diz que “ela era uma grande atriz”, alguém de quem “gostava bastante”.

Outra fã concorda que “Cleópatra” é, dos filmes de Taylor, aquele que “melhor se lembra, porque ela estava maravilhosa”.

A longa-metragem de 1963 ajudou a edificar a imagem icónica que Taylor viria a criar com uma vasta carreira, galardoada com dois Óscares e três nomeações.

Entre as figuras públicas nos Estados Unidos e além-fronteiras que fizeram questão de prestar homenagem, o ministro francês da Cultura frisou que “era a estrela derradeira, a última imperatriz e rainha. Foi incontestavelmente uma estrela, dos pés à cabeça”.

Entre as mais mediáticas figuras dos anos dourados de Hollywood, a vida de Liz Taylor ficou também marcada por oito casamentos e um intenso trabalho como ativista a favor de várias causas, nomeadamente a luta contra a Sida, através da sua própria fundação.