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Radioatividade no mar preocupa japoneses

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Radioatividade no mar preocupa japoneses

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Os engenheiros japoneses encarregues de lidar com o arrefecimento dos reatores da central nuclear de Fukushima passaram a utilizar água doce em vez de água do mar com receio de corrosão.

É é justamente na água de mar que as atenções de concentram. Junto à central foi detetado iodo muito radioativo.

Um porta-voz do governo garantiu não haver para já “qualquer impacto na vida marinha, especialmente a 20 quilómetros de distância”. Acrescenta que os peritos dizem que “hipótese é muito remota mas que mesmo assim é preciso monitorizar com insistência”.

E para atestar a veracidade das informações transmitidas pelo governo, sobre a radioatividade, a Greenpeace está a medir os arredores da central.

“Estamos aqui em Tushima, a cerca de 35 quilómetros da central de Fukushima e a radiação aqui é elevada. As pessoas a viverem aqui receberiam a dose anual em apenas alguns dias, quatro dias, e isso é inaceitável. As pessoas deviam ser todas evacuadas desta zona”, diz um ativista.

Um perito em energia nuclear da Greenpeace diz que os níveis de radioatividade já permitem classificar o acidente com o nível 7, o máximo, idêntico ao de Chernobyl.