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Governo japonês pressionado a alargar zona de evacuação em Fukushima

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Governo japonês pressionado a alargar zona de evacuação em Fukushima

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As autoridades japonesas evocam pela primeira vez a possibilidade de uma fuga radioativa na central de Fukushima.

Face à descoberta de vestígios de plutónio no solo nos arredores da instalação, Tóquio admitiu a eventualidade de uma ruptura na cápsula de proteção do núcleo do reator número 3.

Pressionado pela oposição que o acusa de ocultar informação sobre o desastre nuclear, o primeiro-ministro Naoto Kan garantiu que o governo se encontra em alerta máximo para evitar uma catástrofe ecológica.

Durante um debate no parlamento, a oposição exigiu que o governo alarge o perímetro de segurança em torno da central, onde vivem mais de 200 mil pessoas.

Durante o fim-de-semana a agência de segurança nuclear japonesa tinha detetado níveis de radiação mil vezes superior ao normal na água do mar utilizada para arrefecer os reatores.

A organização Greenpeace afirma ter registado níveis de radioatividade elevados fora da zona evacuada.