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Obama: operação na Líbia defende os interesses da América

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Obama: operação na Líbia defende os interesses da América

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“Uma ação humanitária justificável” foi assim que Barak Obama defendeu esta segunda-feira a intervenção militar na Líbia.

Num discurso através da televisão, o presidente tentou responder aos críticos que o acusam de ter iniciado a operação militar sem que os objectivos estivessem definidos:

“Naturalmente que estamos relutantes em usar a força para resolver muitos dos desafios do mundo. Mas enquanto os nossos interesses e valores estiverem em causa temos a responsabilidade de agir e foi o que aconteceu na Líbia nas últimas seis semanas”, afirmou.

Obama não conseguiu explicar quanto tempo a guerra vai durar, mas o facto de a NATO assumir a coordenação da missão a partir desta quarta-feira, faz com que os custos possam parecer mais limitados.

Na Líbia, a televisão mostrou entretanto as imagens de um homem com semelhanças a Khamis, o filho de Muammar Kadafi, comandante da brigada de elite mais bem treinada do exército líbio, para desmentir a notícia de vários orgãos de informação segundo os quais Khamis terá sido morto.

No terreno, os raides da coligação têm facilitado o avanço dos rebeldes e a recuperação das principais cidades. Para já, todos os caminhos conduzem a Sirte, a cidade natal de Muammar Kadafi.