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Rússia admite morte de lider tchetchénio

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Rússia admite morte de lider tchetchénio

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As autoridades russas admitem que o chefe da guerrilha da Tchetchénia, Doukou Oumarov, tenha sido morto, durante uma operação militar, desencadeada, esta terça-feira.

No dia em que se comemora um ano sobre o atentato no metro de Moscovo, o exército atacou um acampamento da guerrilha, matando 17 guerrilheiros.

Entre eles, pode estar Oumarov que se autoproclamava chefe do emirado do Cáucaso.

Além dos mortos, foram detidas figuras importantes da guerrilha, como diz um porta voz da polícia:

“Durante a operação especial na república de Ingushétia, dois cidadãos foram detidos. São os irmãos Yandiev – Iles e Islão. De acordo com dados da investigação, foi encontrado o terrorista Magomed Yevloyev que, a 24 de Janeiro, foi transportado até ao aeroporto de Domodedovo”.

A Rússia procura agora Goussen Magomedov, de 22 anos, o homem que a 29 de Janeiro do ano passado, acompanhou as duas mulheres suicidas que atacaram o Metro de Moscovo.

Um atentado que provocou 40 mortos.

Hoje foram depositadas flores, no local do atentato.