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Bachar al Assad não cede aos apelos dos sírios

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Bachar al Assad não cede aos apelos dos sírios

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Bachar al Assad foi ovacionado no parlamento sírio, mas não cumpriu as expetativas. Quando se esperava que o presidente anunciasse algumas das reformas pedidas pela rua, ele limitou-se a afirmar que as manifestações são fruto de uma “conspiração estrangeira”, que pretende romper a “unidade do país”.

A reação dos Estados Unidos não se fez esperar. O porta-voz do Departamento de Estado afirmou:

“Os líderes destes países precisam de dar respostas às aspirações legítimas dos seus povos. É mais fácil falar de teorias de conspiração do que encontrar soluções através de reformas”.

Uma das medidas que se esperava era o levantamento do estado de emergência, que vigora na Síria desde 1963. Depois do discurso, milhares de pessoas sairam às ruas de Damasco para aclamar o presidente.

Enquanto isto, prosseguem os protestos nas cidades de Deraa e Latakia. Desde o dia 18 de março já foram mortas 60 pessoas em confrontos com as forças da ordem.

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