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Cazaquistão: "sérias irregularidades" nas presidenciais

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Cazaquistão: "sérias irregularidades" nas presidenciais

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Noursoultan Nazarbaïev foi reeleito presidente do Cazaquistão mas não numa “verdadeira eleição democrática”. A conclusão é da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.

Sem surpresas, Nazarbaïev renova um mandato de cinco anos com 95,5 por cento dos votos. Mas os observadores internacionais notaram “sérias irregularidades”, “falta de transparência” na contagem dos votos, “ausência de candidatos para desafiar o presidente e um ambiente de censura para os “media”.

Desde a independência do país em 1991, nenhuma eleição no Cazaquistão foi reconhecida como livre pela Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.

Desta vez, a comissão eleitoral anunciou uma taxa de participação de 90 por cento, mas a oposição tinha apelado ao boicote e classificado o escrutínio como “uma farsa”.

Com 70 anos e 22 no poder, Nazarbaïev goza de uma grande popularidade nesta ex-república soviética graças aos rendimentos de um país rico em petróleo, gás e metais raros.