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Polacos divididos nas comemorações da morte de Lech Kaczynski

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Polacos divididos nas comemorações da morte de Lech Kaczynski

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Uma cerimónia oficial e uma cerimónia familiar. Um ano depois do acidente aéreo que vitimou o presidente polaco, a primeira dama e mais 95 pessoas, é assim que a Polónia assinala o aniversário da tragédia.

Na cerimónia oficial participaram o presidente Bronislaw Komorowsky e o primeiro-ministro Donald Tusk. No memorial às vítimas foram depositadas coroas de flores, seguiu-se uma missa solene na catedral de Varsóvia e um concerto no Teatro Nacional.

Na cerimónia familiar, Jaroslaw Kaczynski, o irmão gémeo do presidente falecido, Lech Kashinski, reuniu simpatizantes do seu partido Direito e Justiça junto do palácio presidencial.

Kaczynski boicotou as cerimónias nacionais, em protesto contra a forma como os russos têm conduzido o inquérito às causas do acidente.

A tragédia que uniu os polacos na dor, é agora pomo de discórdia. Os seguidores de Kaczynski acusam o governo de deixar a Rússia conduzir o inquérito e não refutar as conclusões que foram apresentadas. Há mesmo quem defenda a tese do complô.

O acidente que vitimou o presidente e altos dignitários polacos tornou-se um verdadeiro folhetim, na Polónia.