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Bielorrússia: detidos vários suspeitos do atentado no metro

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Bielorrússia: detidos vários suspeitos do atentado no metro

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As autoridades da Bielorrússia detiveram vários suspeitos do ataque à bomba no metro de Minsk. O número de mortos no atentado de ontem subiu para 12 e há 150 feridos.

Esta terça-feira, a rede de transportes funciona a serviços mínimos e a polícia foi mobilizada em força para várias estações.

O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, falou numa “ação terrorista” e numa “prenda vinda do estrangeiro para desestabilizar o país”. Por isso, prometeu “virar o país do avesso para encontrar os autores”. A oposição teme que a resposta das autoridades se traduza no aumento da repressão.

Lukashenko falou com o presidente russo e disse que os especialistas neste tipo de situações estão dispostos a deslocar-se a Minsk. Além disso, apelou à polícia para trabalhar com os colegas russos dos serviços de segurança, do KGB e com o procurador-geral.

O ataque foi provocado por um engenho com uma força equivalente a entre cinco a sete quilos de TNT. Estava escondido debaixo de um banco da estação Oktiabrskaia e explodiu alguns minutos antes das seis da tarde, em plena hora de ponta, deixando um buraco de 80 centímetros na plataforma. Cerca de 300 pessoas estavam no local. 12 morreram, 150 continuam hospitalizadas, 40 encontram-se em estado crítico.

Esta quarta-feira, a Bielorrússia observa um dia de luto nacional em memória das vítimas.