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Líbia: Paris e Londres pedem uma resposta mais ativa da NATO

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Líbia: Paris e Londres pedem uma resposta mais ativa da NATO

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As operações da NATO na Líbia são alvo de críticas do Reino Unido e de França. Descontente, o chefe da diplomacia gaulesa considera que a Aliança Atlântica tem de atuar de forma mais contundente na resposta ao regime de Kadafi.

“A NATO deve desempenhar o seu papel na íntegra. A Aliança Atlântica queria assumir a direcção militar das operações. Nós aceitámos. Agora deve desempenhar o seu papel, o que quer dizer evitar que Kadafi volte a usar armas pesadas para bombardear alvos civis”, disse Alain Juppé.

Opinião idêntica tem o ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, William Hague: “Claramente é preciso fazer-se mais.”

À margem de uma reunião dos ministros europeus dos Negócios Estrangeiros, no Luxemburgo, Itália e Espanha mostraram reservas aos apelos vindos de Paris e Londres.

Um general da NATO rejeitou também as críticas, ao considerar que a organização aliada está a obter um bom desempenho e a proteger os civis. Mesmo assim Mark van Uhm, chefe de operações no quartel-general para a Europa da Aliança, adiantou que “se tivesse mais meios [a NATO] poderia fazer mais”.