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Justiça aperta o cerco à família Mubarak

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Justiça aperta o cerco à família Mubarak

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Prisão preventiva para o ex-presidente do Egito.

A decisão foi tomada pelo Ministério Público por alegados atos de corrupção e violência contra os manifestantes durante a revolta popular no país.

O ex-presidente do Egito hospitalizado, desde esta terça-feira, em Sharm el-Sheik, devido a problemas cardíacos, vai ficar na prisão durante 15 dias.

A medida também se aplica aos dois filhos do ex-chefe de Estado: o mais novo, Gamal, um destacado dirigente do partido no poder, apontado como o provável sucessor do pai, e de Alaa Mubarak.

Os egípcios aplaudem a decisão da justiça:

“A detenção do antigo presidente Mubarak e dos filhos vai acalmar o povo egípcio Tudo o que queremos que esta investigação seja levada a bom porto” afirma um homem.

Outro refere “Mubarak simboliza a corrupção e deve ser julgado. É assim que age a justiça quando alguém tenta manipular o povo egípcio.”

A oposição egípcia, desconvocou, entretanto, as manifestações previstas para esta sexta-feira.

Mubarak demitiu-se em fevereiro ao fim de 18 dias de contestação.