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Reunião de Doha: Kadafi tem de partir (atualizado)


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Reunião de Doha: Kadafi tem de partir (atualizado)

A partida de Kadafi do poder é uma das exigências do grupo de contacto sobre a Líbia. Isso mesmo afirmaram os membros da comunidade internacional, presentes na primeira reunião em Doha, no Qatar.

Uma reunião que também serviu para legitimar o Conselho Nacional de Transição como interlocutor válido. “Os participantes insistiram na necessidade de que Kadafi parta, para assegurar um processo político global que permita ao povo líbio decidir do seu futuro”, explicou o Sheik Hamad Al-Thani, primeiro-ministro e chefe da Diplomacia do Qatar, país anfitrião do encontro.

Quanto a armar ou não os rebeldes, a reposta é menos clara: “é preciso dar-lhes os meios para defender a população civil”, é o teor da conclusão.

Os rebeldes pediram também ao grupo de contacto que os ajude a fazer face às necessidades dos civis no Leste da Líbia. Pedem ajuda humanitária em troca do fornecimento de petróleo.

Com mais de três milhões de líbios em situação de crise humanitária, o grupo de contacto também chegou a acordo sobre a criação de um mecanismo financeiro temporário, que permita aos rebeldes utilizar, a favor do povo líbio, os rendimentos petrolíferos atualmente congelados no estrangeiro.

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