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Japão: É preciso plano alternativo, diz agência nuclear

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Japão: É preciso plano alternativo, diz agência nuclear

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No Japão a agência nuclear afirma que poderá precisar de um plano alternativo para controlar um dos reatores nucleares afetados pelo sismo e tsunami de 11 de março.

Na origem do anúncio estão receios de um novo sismo de magnitude elevada que, segundo os cientistas, poderá atingir o nível oito na escala de Richter.

“A 11 de março registou-se uma réplica de 7.7 depois do tremor de terra principal e até ao momento essa foi a réplica mais forte. Não podemos garantir que não venham a ter lugar réplicas ainda mais fortes. Pensando no que se poderá passar, existe a possibilidade de uma réplica de magnitude 8 e temos que nos preparar para essa eventualidade”, afirmou Keiji Doi, da agência governamental de previsão de sismos.

Mas apesar dos riscos, a vida no Japão dá sinais de regresso à normalidade.

No norte do país, um mercado de peixe danificado pelo sismo retomou esta quarta-feira a atividade. O mercado da localidade de Shiogama reabriu e cerca de 800 atuns foram transacionados.

O desastre de 11 de março provocou a crise mais grave no Japão desde o final da Segunda Guerra Mundial. Mais de 13 mil pessoas morreram e cerca de 15 mil encontram-se desaparecidas.