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Líbia: rebeldes somam pontos em Doha

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Líbia: rebeldes somam pontos em Doha

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É uma vitória para as forças de oposição a Kadhafi.

O grupo de contacto, que coordena os esforços internacionais para resolver a crise na Líbia decidiu avançar com fundo de apoio aos rebeldes.

A cimeira de Doha serviu, ainda, para legitimar o Conselho nacional de Transição, sediado em Bengasi e para exigir a saída do coronel líbio.

O ministro dos Negócios Estrangeiros alemão defende que a solução para a Líbia passa por um processo político e não pela via militar. Guido Westerwelle diz, ainda, que Muammar Kadhafi não tem futuro na Líbia e que a partir do momento que iniciou uma guerra civil deixou de ter legitimidade para falar em nome do povo.

Os opositores ao regime denunciam os constantes carregamentos de armas para Kadhafi.

O porta-voz do Conselho de Transição garante que esta terça-feira entraram no país 500 carros oriundos da Argélia carregados de armas.

Os carregamentos, adianta, também se fazem por mar através da Europa de leste, por onde estão a entrar armas de fabrico russo e tanques utilizados em Misurata.

O regime de Muammar Kadhafi contra-ataca. O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros líbio acusa o Qatar de ter fornecido mísseis antitanque aos rebeldes, em Bengasi.