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Líbia: a resposta rebelde ao cerco de Misrata

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Líbia: a resposta rebelde ao cerco de Misrata

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Enquanto no leste da Líbia as tropas do regime ameaçam cada vez mais Ajdabiya, a oeste do país é Misrata que continua a ser alvo dos mais violentos ataques.

Há riscos de que o conflito “possa durar”, alertou este domingo o ministro francês da Defesa. Já o primeiro-ministro britânico repetiu que não vai enviar soldados para o terreno, mas avisou que essa restrição torna tudo “mais difícil”.

Em Misrata, os rebeldes continuam a resistir, apesar dos ataques durarem há semanas. Este domingo, morreram 16 pessoas e mais de 70 ficaram feridas.

Foi há um mês que o Conselho de Segurança da ONU aprovou a resolução para proteger os civis dos ataques do coronel Muammar Kadhafi. Em Misrata, os rebeldes continuam a reclamar os aviões da NATO.

Nas ruas são visíveis indícios de bombas de fragmentação, ainda que o regime desminta estar a utilizar essas armas, proibidas desde 2010.