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Cientistas divididos quanto ao impacto do derrame no Golfo do México


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Cientistas divididos quanto ao impacto do derrame no Golfo do México

Um ano depois da catastrofe ambiental no Golfo do México com a explosão da plataforma Deepwater Horizont os peritos dividem-se sobre a recuperação da vida marinha.

Há quem afirme que o cenário é bastante melhor do que o esperado. Quenton Dokken, da fundação do Golfo do México, financiada em parte por companhias petrolíferas, diz que ao mergulhar na zona não viu indícios de maré negra.

“Não há qualquer indício, indícios visuais, de que estas plataformas artificiais tenham estado na proximidade de um grande derrame petrolífero”, afirmou.

Um cientista da Universidade do Lusiana verificou o contrário. Paul Sammarco viu coral manchado e diferenças na população piscícola. “Não vi peixes grandes à exceção de talvez um…. Vi imensos peixes pequenos, o que fez parecer vibrante, o que é bom. Mas fiquei com a ideia de que os peixes mais velhos, que constituíam a maior parte da população residente, já não lá estão”, disse.

Um ano depois, há também muitos cientistas que consideram ser cedo para ser feita uma análise rigorosa do estado ambiental das zonas afetadas, pois faltam recolher muitos dados.

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