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Chernobyl: Uma ameaça para todos

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Chernobyl: Uma ameaça para todos

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Os cinquenta países presentes em Kiev conseguiram reunir contribuições no valor de 550 milhões de euros para financiar o novo sistema de isolamento do reator de Chernobyl destruído em 1986.

Uma obra faraónica e necessária numa altura em que a cobertura construída há 25 anos começa a mostrar fissuras e que os médicos ucranianos lutam com falta de meios para ajudar os que sofrem das consequências da radioatividade.

“Tornámo-nos nos mais competentes no mundo a estimar as consequências destas catástrofes nucleares, mas não temos meios suficientes. Sabemos o quê, sabemos como, mas não temos com quê…”, queixa-se uma pediatra.

O reator n° 4 da central de Chernobyl explodiu no dia 26 de Abril de 1986, contaminando uma boa parte da Europa, em particular a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia. Para estes países, o desafio é ainda enorme, como refere a repórter Ioulia Poukhli:

“Estamos todos no mesmo barco”, é o que se pode ler sobre um pequeno barco de papel. Estas palavras são um apelo aos organizadores da conferência, às autoridades ucranianas e também à comunidade internacional. A Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia não podem sozinhas resolver todos os problemas sanitários, médicos e ecológicos relacionados com o acidente de Chernobyl.