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Faltam profissionais de saúde em Misrata

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Faltam profissionais de saúde em Misrata

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Em Misrata tentam salvar-se vidas humanas em situação muito precária. No país há poucos profissionais de saúde.

Paolo Grosso, dos Médicos sem fronteiras, explicou a Euronews como se vive no terreno.

“O número de mortes é de, aproximadamente, 8 a 10 por dia. Por isso, neste tempo que já passámos aqui, mais de 120 dias, contamos mais de uma centena de pessoas feridas e cerca de 80 mortos.

As nossas principais necessidades são instrumentos cirúrgicos porque aqui não temos mais do que instrumentos clássicos mas não para as intervenções cirúrgicas de guerra. Também precisamos de enfermeiras porque a maioria das que estavam aqui eram da Ásia rural e quando foi possível partiram”.