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Al-Assad envia militares para reprimir oposição

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Al-Assad envia militares para reprimir oposição

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O presidente sírio reforça a segurança militar para reprimir a população que reclama o fim do regime e reformas democráticas.

Mais de três mil soldados sírios, apoiados por blindados, entraram na cidade de Deraa, o berço da revolta, onde há notícias de disparos sobre os manifestantes pro-democracia.

As forças de segurança têm ordens para destruir os principais focos de constestação. Dezenas de pessoas foram detidas nas últimas horas em vários locais.

A última sexta-feira foi o dia mais sangrento até agora em todo o país, com pelo menos 75 mortos, segundo organizações de direitos humanos.

As forças de segurança sírias abriram fogo contra um cortejo fúnebre perto da capital, Damasco causando dezenas de mortos.

Cerca de 300 pessoas foram mortas e várias centenas feridas desde o início dos protestos, em meados de março.

Para tentar apaziguar a revolta, o Presidente al-Assad promulgou alguns decretos como a suspensão do estado de emergência a abolição do Tribunal de Segurança do Estado e alterações às leis sobre manifestações. A oposição considera estas medidas insuficientes.