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Países europeus ameaçam Síria com sanções se violência prosseguir

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Países europeus ameaçam Síria com sanções se violência prosseguir

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A oposição síria acusa o regime de ter preferido a força às reformas democráticas. Segundo vários grupos de defesa dos direitos humanos mais de 400 pessoas terão sido mortas e mais de 500 detidas, desde o início dos protestos no país em Março.

Esta terça-feira, a cidade de Deraa, no sul da Síria, prosseguia cercada pelo exército que enviou milhares de militares para a cidade no fim-de-semana.

Os habitantes afirmam que a eletricidade e as comunicações permanecem cortadas na cidade.

Há relatos, no entanto da deserção, de militares e de novos protestos tolerados pelos soldados noutras cidades do país.

A repressão dos últimos dias, que provocou mais de uma centena de mortos, levou vários países europeus a exigirem medidas duras da ONU e da União Europeia contra o regime.

A Holanda propos hoje a suspensão das ajudas europeias à Síria e a aplicação de sanções na ONU, uma possibilidade apoiada pelo Reino Unido se a violência prosseguir.

Paris exigiu que os responsáveis pela violência dos últimos dias sejam levados a tribunal. Damasco fala de uma operação de ajuda à população agitada por grupos extremistas e manipulada pelos media internacionais.