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Rússia e China travam condenação da Síria

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Rússia e China travam condenação da Síria

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O Conselho de Segurança das Nações Unidas falhou o acordo para condenar a violência do regime de Bashar al-Assad sobre os manifestantes na Síria.

A Índia e a China apostam no diálogo político e numa resolução pacífica para ultrapassar a crise.

A Rússia apela a uma investigação transparente dos acontecimentos, mas recusa qualquer tipo de condenação.

“A segurança regional só está ameaçada se houver uma interferência externa em questões que, apenas, dizem respeito à Síria como, por exemplo, se tomarmos partido por uma das partes” afirma o representante permanente da Federação Russa nas Nações Unidas.

Portugal, Reino Unido, França e Alemanha, autores do texto têm outra opinião.

“Os manifestantes não têm tanques. Não prendem pessoas arbitrariamente. Não restringem a atividade da comunicação social. A violência contínua exercida sobre pessoas que se manifestam pacificamente é inaceitável” refere o embaixador alemão na ONU

A repressão exercida sobre os manifestantes levou à demissão de mais de 200 membros do partido no poder.

As organizações de defesa dos direitos humanos estimam que mais de 500 pessoas tenham sido mortas desde o início dos protestos.