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Dior em museu de belas artes

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Dior em museu de belas artes

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Após o escândalo de John Galliano, a “Christian Dior” pretende usar toda a publicidade positiva, começando com uma retrospetiva da sua história no museu de belas artes de Pushkin, para recuperar a magia da marca.

As belas artes encontraram-se, recentemente, na capital russa, com modelos de Christian Dior. Uma mostra que passou pelo meio das pinturas e das esculturas do museu de Pushkin.

A exposição de Dior traz 110 vestidos, incluindo modelos usados por Marlene Dietrich, pela princesa Diana e por Sophia Loren. Artes plásticas, na receção à alta costura.

Os convidados reagiram com entusiasmo, a uma exposição inacreditável, como diz uma porta-voz da organização:

“Bom, isto não é apenas uma exposição de vestidos. Mas também foram as artes plásticas que inspiraram a criação de Dior. É uma exposição inacreditável. Eu não tenho palavras para tanta emoção”.

Os vestidos estão expostos junto das pinturas – incluindo trabalhos de Pierre Bonnard, Van Gogh e Klimt – que inspirou Dior e os seus seguidores tais como Yves Saint Laurent, Marc Boan, Gianfranco Ferre e John Galliano.

O interior clássico deste museu foi transformado, para acolher a mostra e recriar o estilo da casa Dior.

O artista russo Boris Messerer, um veterano, deu as boas-vindas à exposição, para os entusiastas da moda e para os frequentadores habituais do museu.

“Talvez sejam para gente muito rica que não pode trocar estes vestidos por obras de arte, exemplos maravilhosos de bom gosto”

A exposição serve também para continuar a relação de Chsitian Dior com o glamour da velha Rússia que visitou em 1931, durante o consulado do ditador soviético, Josef Stalin, um acontecimento raro, para um desenhador extrangeiro.