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Crash bolsista nas matérias-primas

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Crash bolsista nas matérias-primas

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Depois do boom, eis um crash bolsista nas matérias-primas. Na quinta-feira, em Wall Street, o índice das matérias-primas mergulhou 5%, a maior correção desde 2008 e uma das maiores de sempre.

Esta sexta-feira, as matérias-primas continuam em queda pelo quinto dia, devido aos receios dos investidores em relação à retoma económica mundial.

No espaço de um mês, o petróleo caiu quase 10%, tal como a prata. O açúcar e o algodão registaram quedas de 24 por cento.

Só na quinta-feira, o barril do petróleo caiu 10 dólares, algo que não acontecia desde a Guerra do Golfo, em 1991.

A valorização do dólar precipitou a queda dos preços do petróleo e uma correção de todas as matérias-primas. Algo que foi motivado pelos sinais de que o Banco Central Europeu não vai subir as taxas de juro de referência em Junho.

Depois de terem atingido níveis recordes em 2010 e no início deste ano, os preços das matérias primas estão a sofrer fortes quedas.