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UE e EUA apertam cerco ao regime mas não ao presidente sírio

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UE e EUA apertam cerco ao regime mas não ao presidente sírio

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O regime sírio não cede nem à pressão internacional nem aos milhares de manifestantes que voltaram a desfilar em todo o país esta sexta-feira.

Pelo menos 26 manifestantes foram mortos durante a repressão das marchas de protesto em Hama, Jablah e Homs. As organizações de defesa dos direitos humanos denunciam a presença de atiradores furtivos da polícia ao longo do percurso das manifestações.

O exército continua a reforçar a sua presença no centro da cidade de Homs, onde dezenas de pessoas foram detidas na noite de quinta-feira.

A jornada de protestos em Damasco ficou marcada pela detenção de Riad Seif, uma das principais figuras da oposição.

Os Estados Unidos ameaçaram esta noite aplicar novas sanções contra a Síria, depois da União Europeia ter congelado os bens e imposto restrições a 14 altos responsáveis do regime, apontados como responsáveis pelas cerca de 600 mortes desde o início dos protestos.

Tanto Washington como Bruxelas recusam-se para já a visar diretamente o presidente Bashar Al-Assad.