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Novo revés para a indústria japonesa

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Novo revés para a indústria japonesa

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A indústria japonesa poderá ser fortemente afetada com o encerramento da central nuclear de Hamaoka.

As operações da central – situada a 200 quilómetros a sudoeste de Tóquio – foram suspensas devido ao elevado risco sísmico.

Uma decisão que afeta várias fábricas a operar no centro do país.

O primeiro-ministro admite que esta medida poderá ser alargada a outras instalações caso se revele necessário.

A crise nuclear levou o chefe de Governo a renunciar ao salário. Pelo menos, enquanto a situação na central de Fukushima não estiver resolvida.

Alguns dos deslocados regressaram, esta terça-feira, a casa para recuperar pertences, mas o medo esteve sempre presente:

“Teria sido bom se nos tivessem dado informações sobre os níveis de radiação. Mas até agora não temos essa informação, por isso estou preocupado” afirma um japonês.

Os elevados níveis de radioatividade obrigaram ao uso de fatos e máscaras de proteção.

No país, são cada vez mais os que defendem o fim da energia nuclear. Uma hipótese excluída, hoje, pelo primeiro-ministro. Naoto Kan defende, no entanto, uma maior aposta em energias renováveis.