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França reage à prisão de Strauss-Khan


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França reage à prisão de Strauss-Khan

A notícia da prisão de Dominique Strauss-Kahn, apanhou a França de surpresa. O director executivo do Fundo Monetário Interncaional, de 62 anos, preparava-se para ser o candidato provável dos socialistas para as eleições presidenciais de 2012.

A secretária-geral do PS francês, Martine Aubry diz estar “atordoada” e pede que se aguarde “o apuramento dos factos e que se respeite a presunção de inocência. É necessário manter-se o decoro.”

Na população o sentimento é de surpresa e de alguma desconfiança em relação às acusações de que Strauss-Khan é alvo.

“Vamos aguardar as provas. Ele pode fazer coisas para a França. Precisamos de pessoas como ele, especialmente na esquerda. É muito cedo para fazer um juízo sobre isso.”

“Ele era o único candidato de Esquerda, do Partido Socialista, no qual poderia ter votado. Mas isto está a começar a parecer demais e não é a primeira vez. “

“É surpreendente que Uma coisa destas esteja a acontecer justamente quando ele está prestes a declarar-se candidato. Pergunto-me se não haverá uma conspiração contra ele.”

São várias as reações à prisão de Strauss-Khan. A candidata Ségolène Royal afirmou ja que “ele tem de ser respeitado” e “que tudio está por verificar”.

Para Marine Le Pen, de extrema direita, Stauss-Kahn “está completamente desacreditado.”

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